Sábado, Janeiro 28, 2006

Ola.
de volta de uma terra de nome Maduxeira, e está claro... Galiza. Em breve escreverei mais.

Terça-feira, Janeiro 10, 2006


ALBUM DA BISEMANA

cada 2 semanas irei tentar falar sobre um disco da minha colecção privada. falarei de 50's, 60's, 70's, 80's, 90,s e d'agora. :P
esta bisemana (k raio de nome) escolhi SURREALISTIC PILLOW, dos Jefferson Airplane, lançado se não me engano em Fevereiro de 1967. Muito era psicadélica, muito LSD.
Inclui duas das mais famosas (senao as mais famosas) da banda: Somebody to Love e White Rabbit, essa estranha musica de estranha batida, uma má trip mas muito conseguida. Yeah.
A DCBA 25 é estranha tambem mas linda, como Comin Back to Me, uma balada como diz um amigo meu, transcendental. mas melhor ainda é a Embrionic Journey. tem mais faixas, como Today ou Plastic Fantastic lOVER. contudo, é um disco que pode-se comprar por menos de 15e, basta encomendar numa fnac se nao tiveram a sorte (ou azar...) de serem de Lx ou Porto. seja como for, é um clássico. Abram as vossas mentes, que as vezes estes discos antigos trazem muitas e boas surpesas e canções. Não é certamente o disco dos discos, mas a intenção é boa.

Mirc, mIRC, MIRC...

Mirc. uma "coisa" viciante como o vinho, mas que tudo é possivel. Há canais gerais, de terras, de interesses, de sexo, de engate, de gajas, de gajos, de arte, de musica, e! parem. Já estive em canais que so se viam gajos a passarem-se por gajas (facto que ainda hoje me intriga e nao acho resposta).
Há canais que, mesmo que um gajo nao conheça as caras, o ambiente é bom. e para eles, nao vos conheço as caras, as emoçoes, mas conheço as palavras que por vós são escritas. Bem haja ao #Musica, ao #guitarras, "guitarristas, e #jazz. Nicks não digo, porque geraria discórdia.
Viva Portugal.

uma foto engraçada é esta.
e dirão voz: QUEM É ESTA GAJA??é Marie von Zimmerman, sem duvida das personagens mais interessantes. Marie (a mais nova) tem uma coisa que se chama Precoçe. tem 14 anos e fala-se com ela, tem uns 20. é suiça, de Zurich, e fala Portugues, Françes, Alemão, Italiano, Ingles e Dinamarques. Toca guitarra, adora Green Day e Nirvana, e claro... Beatles. A espetacularidade vem disso mesmo, e para além, de ela ser um verdadeiro canivete...suiço, pois então. POis é Marie, Sintra tem muitos segredos...Pessoalmente, um Beijo, rapariga! e Parabens por seres tu mesma, um ponto verde no meio do cinzento.. né? isto é para ti.


Paz e Amor... ah, e Música, e Erva, muita erva (diga-se LSD, charros ou algo assim).
Era a é poca dos Hippies, de 1965 até 1975, mais ano menos ano. Foi a época dos Beatles, dos Doors, dos Jefferson Airplane, dos Grateful Dead ou de Bob Dylan. Foi a era do Easy Rider, de andar vestido que pareçia não sei que, das sandálias nos pés, de fornicar (foder, mesmo) com tudo o que se mexesse... Janis Joplin disse mesmo que fazia amor com 55 mil pessoas ao mesmo tempo, mas que voltava sozinha para casa. Nunca disse para qual... Foi a época do Woodstock, 3 dias de música, anarquia (só nao deu barraca porque estavam todos ganzados) paz, muito amor (leia-se sexo) e liberdade. Enfim. Entre estes anos, houve Nixon, Vietname, Luther King, Malcolm X, medos, sonhos, tareias, até um massacre no Texas, em '73. Enfim. Não estou a dizer mal dos chamados "sixties", que na verdade foram até metade dos anos 70. Porque sixties é logo na mente hippies, e estes não começaram logo no virar emtre 1959 e 1960. Ai eram os Beatnicks, com Elvis, Jerry Lee Lewis, o aparecer da mini saia (hoje degenerou para cinto largo ou micro saia) Chuck Berry, The Honeycombs, o aparecer dos Kinks e Beatles, e um presidente americano com uma bala na cabeça. Antes dos Hippies. Bons tempos? conturbados, sim, mas onde tinham um ideal. Hoje em dia será a mesma coisa? isso fica para vos... se é que alguem lê isto. Beijos, Abraços, e ouçam Led Zeppelin. Paz.
O Orgulho Nacional



Portugal. Vivemos num País que. Embora pequeno em dimensões, a verdade é que seria melhor se a população que vive na Lusitânia deixasse de lamuriar e pegar em tudo o que está de mal na nação para proferir frases como “mais valia que os Espanhóis tomassem conta disto” ou “somos mesmo miseráveis”, para não citar mais, muito mais que se podem ouvir no autocarro, no metro, cafés ou em qualquer lugar. A verdade é que os Media não ajudam… quer dizer, liga-se o telejornal de qualquer canal Português e só se vê desgraças. Existem, sim. Estamos mal, economicamente, o nosso primeiro-ministro vai de férias para a Suiça enquanto a maior parte aqui fica sem dinheiro para uma torrada e um galão. Mas não é igualmente verdade que somos por natureza um povo de Sangue, Suor e Lágrimas? Há em cada português o sangue lusitano. O povo que resistiu até ao fim aos romanos. Bem que as glórias passadas não nos enchem o estômago, é verdade. Mas se as pessoas em vez de virem apenas o lado mau, ligassem menos ao mundo-cor-de-roza dos Vip’s, essas víboras, corja de sanguessugas, e levantassem a cabeça e lutassem, tivessem amor próprio e respeito pelo local com as fronteiras mais antigas do mundo… Está mal, mas depende de cada um. Se todo o povo esmorece, Portugal esmorece. Pouco importa a Politica, se não houver vontade. Se não tem orgulho, nem amor-próprio… que haja raiva. A raiva que nos levou a vencer exércitos, a raiva de irmos mais além, e a falta dela que levou-nos a isto. Não lutemos por ficar acima da Grécia nem de outro país que está no fim da lista Europeia. Lutemos para ficar em cima, o tamanho importa? Não é a dimensão mas sim as pessoas que lá estão. Menos Futebol e as estúpidas discórdias entre elas enquanto os jogadores ganham milhões, menos Vip’s que só são porque há quem compre as revistas, e menos ao baixar de cabeça geral. Não é fácil. Mas não impossível. Nem tudo está perdido. E, mesmo que esteja, começar de novo. Deixem os Espanhóis a viver por enquanto melhor, que há partes do seu próprio país a querer ser independentes deles. E, com a raiva lusitana, sair tudo, e tornar Portugal no que foi um dia, e não é impossível voltar a ser: A face do Mundo civilizado.

Domingo, Janeiro 08, 2006




Há coisas que nos ultrapassam. entre elas, Rio de Onor. Isos mesmo. enquanto muitas pessoas vao passar férias ao Rio...de Janeiro, eu um dia parei no local onde Judas perdeu as botas. Assim. Encravado entre Portugal e Galiza, ou seja, a fronteira internacional é no meio da aldeia. MESMO no meio. Um exemplo do comunitario, onde tudo é de todos, e todos dependem de todos. Um local onde dependeram sempre deles mesmos, longe do tempo que inexoravelmente passava e passa. um Local tão digno de si, que se fecharem os olhos conseguem ouvir uma gaita de foes, uma flauta, um tambor, tão remoto que nunca iremos acreditar. Na época em que musica não eram notas, mas sim um estado de espirito. Rio de Onor parou ali mesmo, e as pessoas também. Um pequeno tesouro que comvem guardar. Para que um dia, Rio de Onor e as suas gentes não se percam.
Amen.